
Eu construo castelos na areia.
Castelos de ilusões já conhecidas
Castelos de desejos latejantes.
De sólidos desejos, em lugares insólitos.
Sólidos sentimentos sob sentimentos vãos.
Ignoro o vento... Ignoro o não.
Antecipo o “sim” onde exista o “talvez”.
Confusão de quem não quer acreditar
Que tudo possa ser assim tão fulgaz.
Caminho por caminhos incertos
Vida que vem e vai sem direção
Sob rumo desconhecido, continuo...
Até quando? Não sei...